A
maioria das pessoas não compreendem nossos processos de transformação
pessoal. A alma se ajustando a uma nova realidade, e aquela vontade
enorme de abandonar o que não nos é mais importante, um silencio
inquietante, enquanto vamos nos lapidando, pouco a pouco, ao encontro de
uma nova possibilidade. É um momento de luto interior, pois, estamos
nos despedindo do que fomos, encontrando nossa verdadeira essência,
encontrando o nosso verdadeiro Eu. Um luto necessário. É preciso dizer
adeus às folhas mortas, enquanto, em nós, brota o sumo vital que nos
levará de volta pra casa, ao que somos de verdade.
