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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Animosidade entre os animais

A animosidade entre os animais, aqui no nosso planeta, resulta da ausência de harmonia entre os seres humanos. Essa discórdia entre os seres modifica o padrão energético dos animais, que por serem sensíveis e perceptivos terminam por se contaminarem com os maus fluidos dos humanos que ainda não alcançaram o estágio evolutivo necessário para restabelecer a concórdia entre todos os seres. Nos planetas evoluídos, todas as espécies de animais vivem em consonância plena, já que nesses planetas os seres já alcançaram a evolução espiritual. Não devemos estimular ainda mais essa animosidade já existente entre espécies diversas, isso só demonstra o quanto ainda somos limitados, medíocres e estacionados como civilização. Instigar as divergências entre as espécies é o mesmo que fomentar os conflitos já existentes entre os seres humanos.

domingo, 24 de agosto de 2014

Um jardim em nossa alma

Aprendi que os sonhos enfeitam a realidade. E ai de nós se não tivéssemos a nossa imaginação para capacitá-los. Sonhar pode ser um exercício de estímulos importantes para a nossa aprendizagem como espíritos. Por que não plantarmos um jardim em nossa alma, delicadamente, semeando aos poucos, regando-o com fluidos de amor enquanto esperamos vê-lo crescer? Durante esse estágio de espera, iremos nós, então, aprofundarmos em nossos mais íntimos sentimentos, ao passo que, a cada retrocesso, observaremos onde, quando e por que cometemos nossos próprios infortúnios. Nos observaremos como se estivéssemos avaliando uma existência discordante da nossa. Enxergaremos nessa outra alma todos os confrontos e suas inúmeras adversidades pelas quais tenham passado, seus embates diante da vida, suas vitórias e suas derrotas. Após toda essa avaliação, o jardim já estaria florido e viçoso. Durante essa viagem da alma, a cada história presenciada, uma etapa de desenvolvimento foi concebida no jardim, simultaneamente. E ao regressarmos veríamos ali, bem diante de nossos olhos, a construção Divina. E nessas circunstâncias, finalmente reconheceríamos em nós um jardim da Criação Divina, mais depurado, mais consciente dos escombros dos quais já não pertencíamos mais, pois deles já não mais precisávamos e dos quais nos libertamos. E se o Criador é o jardineiro desse jardim perfeito, temos a obrigação de sermos, pelo menos, os semeadores desse jardim, que é a nossa preciosa vida terrena.