A
animosidade entre os animais, aqui no nosso planeta, resulta da
ausência de harmonia entre os seres humanos. Essa discórdia entre os
seres modifica o padrão energético dos animais, que por serem sensíveis e
perceptivos terminam por se contaminarem com os maus fluidos dos
humanos que ainda não alcançaram o estágio evolutivo necessário para
restabelecer a concórdia entre todos os seres. Nos planetas
evoluídos, todas as espécies de animais vivem em consonância plena, já
que nesses planetas os seres já alcançaram a evolução espiritual. Não
devemos estimular ainda mais essa animosidade já existente entre
espécies diversas, isso só demonstra o quanto ainda somos limitados,
medíocres e estacionados como civilização. Instigar as divergências
entre as espécies é o mesmo que fomentar os conflitos já existentes
entre os seres humanos.
Mostrando postagens com marcador fluidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador fluidos. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
Um jardim em nossa alma
Aprendi
que os sonhos enfeitam a realidade. E ai de nós se não tivéssemos a
nossa imaginação para capacitá-los. Sonhar pode ser um exercício de
estímulos importantes para a nossa aprendizagem como espíritos. Por que
não plantarmos um jardim em nossa alma, delicadamente, semeando aos
poucos, regando-o com fluidos de amor enquanto esperamos vê-lo crescer?
Durante esse estágio de espera, iremos nós,
então, aprofundarmos em nossos mais íntimos sentimentos, ao passo que, a
cada retrocesso, observaremos onde, quando e por que cometemos nossos
próprios infortúnios. Nos observaremos como se estivéssemos avaliando
uma existência discordante da nossa. Enxergaremos nessa outra alma todos
os confrontos e suas inúmeras adversidades pelas quais tenham passado,
seus embates diante da vida, suas vitórias e suas derrotas. Após toda
essa avaliação, o jardim já estaria florido e viçoso. Durante essa
viagem da alma, a cada história presenciada, uma etapa de
desenvolvimento foi concebida no jardim, simultaneamente. E ao
regressarmos veríamos ali, bem diante de nossos olhos, a construção
Divina. E nessas circunstâncias, finalmente reconheceríamos em nós um
jardim da Criação Divina, mais depurado, mais consciente dos escombros
dos quais já não pertencíamos mais, pois deles já não mais precisávamos e
dos quais nos libertamos. E se o Criador é o jardineiro desse jardim
perfeito, temos a obrigação de sermos, pelo menos, os semeadores desse
jardim, que é a nossa preciosa vida terrena.
Assinar:
Postagens (Atom)

